| Mário Linhares. Designer. Professor http://hakunamatatayeto.blogspot.com http://urbansketchers-portugal.blogspot.com IMAGENS |
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A ideia de ter um diário gráfico tem tanto de apaixonante como de possível frustração. É claro que é entusiasmante querer fazer um registo gráfico e diário daquilo que nos prende o olhar, que queremos perpetuar de uma forma pessoal. A frustração pode ganhar contornos visíveis quando a página do diário passa sem que nenhum registo ali tenha sido feito. As razões podem ser várias, mas a pior será, certamente, não nos depararmos com nada que queiramos registar. E depois ainda há aquela questão algo mítica do “jeito para o desenho”. Mas qual jeito? Desenhar aprende-se e é, sobretudo, um exercício fortíssimo de observação. Quando desenhamos no diário gráfico devemos preocupar-nos em observar bem, com detalhe e registar isso mesmo. O resultado final não é mais do que o reflexo do processo de observação. E é esse processo o mais importante! O desenho em si é consequência... Porque o desenho também se treina, aqui vão umas possíveis pistas: - Usa materiais riscadores diferentes, novos, que não domines. Arrisca-te!
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